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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Astronomia, a Ciência do Desconhecido. Conspirações - Parte II

Dando continuidade a postagem anterior, reforço a ideia de que as pessoas devem buscar informações antes de duvidar de alguma coisa, já disse Einstein: "A mente que se abre para uma nova ideia, jamais voltará ao seu tamanho original". E com este conceito, continuaremos a discutir a ida do homem à Lua. Abaixo, mais alguns argumentos comprovadores e irrefutáveis:

  • Os astronautas instalaram espelhos prismáticos na superfície lunar. Esses espelhos, refletem a luz na mesma direção que ela veio, e até hoje são usados para medir a distância entre a Terra e a Lua. O aferimento é feito da seguinte forma: os astrônomos disparam um raio laser de 1 GigaWatt em direção à Lua, cerca de 200 quatrilhões de fótons por pulso de laser, 2,5 segundos depois, entre 1 e 3 fótons por pulso de laser retornam. Basta contar o tempo e usar a velocidade da Luz para saber a distância que aqueles fótons percorreram até retornar. Os soviéticos mandaram para a Lua dois robôs controlados remotamente, os Lunokhod. Após filmarem a superfície lunar, os opreradores estacionaram os Lunokhod de forma que o espelho que havia sobre eles, pudesse ser utilizado para o mesmo propósito. Entretanto, não tiveram sucesso.
  • Em relação a polêmica das sombras, vou repassar um estudo do grande Profº Roberto F. Silvestre, ele fez várias fotos demostrando as possibilidades das sombras. Veja nos links as matérias completas http://www.silvestre.eng.br/astronomia/polemicas/sombras/ http://www.silvestre.eng.br/astronomia/polemicas/sombras2/ http://www.silvestre.eng.br/astronomia/polemicas/sombras3/ http://www.silvestre.eng.br/astronomia/polemicas/sombras4/ Visite o site do Profº Roberto F. Silvestre, ele tem muito material sobre o tema em debate. http://www.silvestre.eng.br/astronomia/
  • Muitos conspiracionistas, dizem que deveria haver um céu extremamente estrelado nas fotos. De fato, os astronautas devem ter tido uma visão espetacular do céu, mas para aqueles que entendem o mínimo de fotografia, o fato de não haver estrelas nas fotos, não revela nada. Sabe-se que para fotografar objetos pouco luminosos, como estrelas, aumenta-se o tempo de exposição da imagem para que uma maior quantidade de luz passe pelo obturador da máquina e impressione o filme. Mas como ter, na mesma foto, objetos tão fracos como uma estrela e a Lua com seu solo extremamente brilhante? O excesso de luz "lavaria" a imagem, tornando-a borrada. Em 1967, a sonda não tripulada Surveyor, foi enviada à Lua, fez várias fotos do céu estrelado para orientação, porém, precisou utilizar um tempo de exposição de quase 3 minutos. Em comparação com as fotos dos astronautas, este tempo foi cerca 45000 vezes maior do que o tempo de exposição (0,004 s) das fotos tiradas.
  • Em relação à bandeira, é desnecessário argumentar, pois nas filmagens ela só mexe na hora em que o astronauta põe a mão. Aqui estão algumas fotos da estrutura da bandeira:

Enfim, não há o que discutir sobre esse assunto. Será que todos os astrônomos, uma das classes mais estudiosas do meio científico, que creem somente na razão e nos cálculos, estão sendo enganados por quarenta anos?

Por que nem mesmo a União Soviética conseguiu provar algo contra?

Será que todas as pessoas que difundem a conspiração são formadas em astronomia, física, etc.?

Vou deixar alguns links muito interessantes sobre o assunto, pesquisem:

http://www.projetoockham.org/historia_lua_1.html

http://www.clavius.org/

http://www.physics.ucsd.edu/~tmurphy/apollo/lrrr.html

http://science.nasa.gov/headlines/y2001/ast23feb_2.htm

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Astronomia, a Ciência do Desconhecido. Conspirações - Parte I

Nesta primeira postagem, busco abrir a mente de vários indivíduos que julgam ter a sabedoria extrema, entretanto, duvidam de coisas absolutamente incontestáveis, por exemplo, a ida do homem a Lua, e acreditam em outras teorias certamente duvidáveis, por exemplo, Hercólubus, teoria Maia, entre outras conspirações.
A grande maioria das pessoas, não entendem muito sobre astronomia, seja por falta de interesse ou por falta de incentivo. Apesar deste ano ser o Ano Internacional da Astronomia, foram poucos os municípios que investiram diretamente no incentivo a mesma, desprezando o fato de que ela é a mãe das ciências, mola mestra do avanço científico e guia para a salvação humana. Devemos nos apoiar no argumento de que a astronomia nos trouxe até aqui, toda a raça humana se desenvolveu observando os movimentos celestes, as mudanças de estações, etc.. É imprescindível o apoio para essa área tão importante.
A população teme a astronomia por desconhecê-la. Foi criado um mito em volta desta tão sublime ciência. Por causa desse desconhecimento, o número de pessoas que não acreditam que o homem foi à Lua, é enorme e crescente. Alguns falam, "Como a bandeira tremula se na Lua não há vento?", "Onde estão as estrelas do céu? Já que lá não tem atmosfera, deveria aparecer muito mais estrelas", "Por que as sombras estão em diversas direções, sendo que a única fonte de luz é o Sol?". São inúmeras perguntas, todas feitas sem antes pesquisar os reais motivos.
Poucos sabem que o homem não foi a Lua apenas uma vez, mas sim seis vezes, e que cerca de 12 homens pisaram no solo lunar, dos 24 que tripularam as missões Apollo. De 1969 até 1972, foram 9 missões, todas elas de seis em seis meses.
Na época, o mundo vivia a Guerra Fria, os EUA estavam em uma difícil situação, pois o presidente John Kennedy, havia prometido em 1962, que os EUA enviariam o homem à Lua até 1970, e a União Soviética já havia enviado um homem ao espaço, Yuri Gagarin em 12 de Abril de 1961, autor da célebre frase "A Terra é azul e eu não vi Deus". Todo o investimento americano concentrou-se nas pesquisas espaciais (cerca de 100 bilhões de dólares), e em 16 de Julho de 1969, a missão Apollo 11 partiu rumo ao desconhecido.
As seis missões concretadas, deixaram inúmeras provas de sua legitimidade. Abaixo estão algumas:
  • Qualquer transmissão de rádio pode ser triangulada e a sua origem determinada com segurança, por esse motivo, soldados e aviadores em território inimigo, fazem silêncio de rádio, já que um ruído é o suficiente para serem denunciados. As transmissões da Apollo foram trianguladas por todo o trajeto pela Nasa, com certeza os soviéticos também fizeram isso, pois estavam interessadíssimos em saber se tinham realmente perdido a corrida espacial, eles conseguiam distinguir entre uma transmissão que sai da superfície da Lua, de uma que sai de algum ponto em órbita da Lua ou em órbita da Terra. O Saturn V, o foguete que levou o módulo de comando mais o módulo lunar até a Lua, era grande o suficiente para ser seguido via telescópio por boa parte do caminho, e também por radar.
  • As missões Apollo recolheram pedras da Lua. Estas pedras são únicas, por que guardam os sinais de terem sido formadas em um ambiente sem oxigênio ou umidade, e as proporções de isótopos indicam que ficaram expostos à radiação cósmica por milhões ou bilhões de anos, conforme a rocha. Além disso, a superfície é marcada pelo impacto de micrometeoritos. Estas pedras não podem ser falsificadas na Terra. E uma sonda autônoma ou controlada remotamente não é capaz de trazer mais que alguns gramas. Os americanos tem quase quatrocentos quilos de amostras. Elas só podem ter vindo de um lugar, a Lua, e só de um jeito, de carona com astronautas. Os soviéticos também tem as suas amostras de rochas lunares, mas como eles só puderam mandar sondas, eles não tem mais que poucos centenas de gramas, quase quatrocentos gramas. Eles compararam com as amostras que receberam dos americanos e chegaram à conclusão que vieram do mesmo lugar, e compartilhavam da mesma história. Em outras palavras, eram amostras de solo lunar, como as deles. Não tem como usar meteoritos para fazer a falsificação, já que os meteoritos apresentam uma casca calcinada pela reentrada e estão contaminados tanto pelo oxigênio quanto pela umidade da atmosfera terrestre.
  • A Apollo 11 deixou na Lua um sismógrafo. Através dele, os astrônomos, geólogos e outros cientistas estudaram e estudam a vibração causada no solo lunar pelo impacto de objetos feitos pelo homem e meteoritos. As descobertas mais recentes apontam que a Lua provavelmente tem "lunamotos" e que o centro dela ainda está em estado líquido ou pastoso.

Continua...