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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

LHC - Funcionará no sábado

O CERN, Centro Europeu de Pesquisa Nuclear, comunicou ontem à imprenssa, que o LHC só será ligado amanhã, sábado, na parte da manhã. O CERN deixou bem claro, que as datas são metas e não limites.
O LHC, é uma das maiores esperanças tecnológicas para decifrar o maior mistério do universo, o seu surgimento.
Não podemos pensar que se descobrirem a Partícula Divína, a fé em Deus acabará, pois, somente surgirão mais perguntas sem respostas.
Paul Valery disse, "Nós contemos o universo que nos contém", por isso, é imprescindível a pesquisa nessa área. Já somos capazes de detetar o brilho de uma estrela, 13 bilhões de anos-luz de distância, torçamos agora para que detectemos a partícula responsável pelo nosso universo e nossa existência.




quinta-feira, 19 de novembro de 2009

LHC - Grande Colisor de Hádrons

100 metros abaixo da superfície, 26.659 metros de comprimento, 3 bilhões de euros, 150 mil cientistas e 20 anos de contrução. Tudo isso para tentar provar uma coisa, a origem de tudo.
O LHC (Large Hadron Collider), Grande Colisor de Hádrons, é o maior instrumento científico do mundo, feito para investigar as menores dimensões jamais vistas.



Localizado entre a Suíca e a França, o LHC, entrará em funcionamento amanhã, e colocará a prova várias teorias.

O LHC tem dois objetivos pricipais, um deles é investigar elementos previstos ou mal compreendidos na teoria atual, o chamado Modelo Padrão, com o qual os físicos estudam as partículas indivisíveis (elementares) e as forças (interações) que agem sobre elas: a forte, que mantém o núcleo atômico coeso; a fraca, que age quando uma partícula se transforma em outra; e a eletromagnética, que atua quando cargas elétricas estão envolvidas. A força gravitacional não faz parte do Modelo Padrão. O segundo objetivo, mais difícil de ser caracterizado, é buscar novos fenômenos físicos na altíssima escala de energia que será atingida por ele em volumes infinitesimais de espaço.

Para fazer isso, grandes detetores foram construídos, os quatro principais são:

ALICE: Com a participação de mais de mil físicos e técnicos, de 30 países, o Experimento do Grande Colisor de Íons, com 5 metros de diâmetro e 5 metros de comprimento, tem a finalidade de estudar o plasma de quark-glúons.

LHCb: Com 600 colaboradores, de 13 países diferentes, esse detetor vai estudar o comportamento da matéria e da antimatéria, com base nas propriedades dos mésons do tipo b. Ele vai verificar se, no momento da criação do méson, a natureza privilegia a matéria em detrimento da antimatéria (ou vice-cersa).

ATLAS: É o maior detetor do LHC, para comparar, em seu lugar caberia a catedral de Notre Dame. Seu objetivo principal, é determinar ou não a existência do Higgs. Contará com uma equipe de 1,8 mil colaboradores, de 34 países.

CMS: Solenóide Compacto para Múons, tem a maior rede de colaboradores, cerca de 2,5 mil participantes, de 37 diferentes países. É um detector com objetivos mais gerais, mas também estruturado para detetar os Higgs.


Mas, se o LHC vai criar buracos negros, nós não corremos o risco de sermos sugados para dentro dele?


Diferente do que muitos profetizam, o LHC não criará um buraco negro que engolirá a terra.
Os buracos negros criados, serão microscópicos, e não terão estabilidade suficiente para manter-se, resultado, durarão milésimos de segundo, porém a informação gerada, será de mais de 10 milhões de gigabytes. Outro motivo para não ter preocupação, é que colisões como essa, acontecem o tempo todo na atmosfera. Se o LHC funcionar corretamente amanhã, será um dos maiores avanços do século.



sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Astronomia, a Ciência do Desconhecido. Conspirações - Parte II

Dando continuidade a postagem anterior, reforço a ideia de que as pessoas devem buscar informações antes de duvidar de alguma coisa, já disse Einstein: "A mente que se abre para uma nova ideia, jamais voltará ao seu tamanho original". E com este conceito, continuaremos a discutir a ida do homem à Lua. Abaixo, mais alguns argumentos comprovadores e irrefutáveis:

  • Os astronautas instalaram espelhos prismáticos na superfície lunar. Esses espelhos, refletem a luz na mesma direção que ela veio, e até hoje são usados para medir a distância entre a Terra e a Lua. O aferimento é feito da seguinte forma: os astrônomos disparam um raio laser de 1 GigaWatt em direção à Lua, cerca de 200 quatrilhões de fótons por pulso de laser, 2,5 segundos depois, entre 1 e 3 fótons por pulso de laser retornam. Basta contar o tempo e usar a velocidade da Luz para saber a distância que aqueles fótons percorreram até retornar. Os soviéticos mandaram para a Lua dois robôs controlados remotamente, os Lunokhod. Após filmarem a superfície lunar, os opreradores estacionaram os Lunokhod de forma que o espelho que havia sobre eles, pudesse ser utilizado para o mesmo propósito. Entretanto, não tiveram sucesso.
  • Em relação a polêmica das sombras, vou repassar um estudo do grande Profº Roberto F. Silvestre, ele fez várias fotos demostrando as possibilidades das sombras. Veja nos links as matérias completas http://www.silvestre.eng.br/astronomia/polemicas/sombras/ http://www.silvestre.eng.br/astronomia/polemicas/sombras2/ http://www.silvestre.eng.br/astronomia/polemicas/sombras3/ http://www.silvestre.eng.br/astronomia/polemicas/sombras4/ Visite o site do Profº Roberto F. Silvestre, ele tem muito material sobre o tema em debate. http://www.silvestre.eng.br/astronomia/
  • Muitos conspiracionistas, dizem que deveria haver um céu extremamente estrelado nas fotos. De fato, os astronautas devem ter tido uma visão espetacular do céu, mas para aqueles que entendem o mínimo de fotografia, o fato de não haver estrelas nas fotos, não revela nada. Sabe-se que para fotografar objetos pouco luminosos, como estrelas, aumenta-se o tempo de exposição da imagem para que uma maior quantidade de luz passe pelo obturador da máquina e impressione o filme. Mas como ter, na mesma foto, objetos tão fracos como uma estrela e a Lua com seu solo extremamente brilhante? O excesso de luz "lavaria" a imagem, tornando-a borrada. Em 1967, a sonda não tripulada Surveyor, foi enviada à Lua, fez várias fotos do céu estrelado para orientação, porém, precisou utilizar um tempo de exposição de quase 3 minutos. Em comparação com as fotos dos astronautas, este tempo foi cerca 45000 vezes maior do que o tempo de exposição (0,004 s) das fotos tiradas.
  • Em relação à bandeira, é desnecessário argumentar, pois nas filmagens ela só mexe na hora em que o astronauta põe a mão. Aqui estão algumas fotos da estrutura da bandeira:

Enfim, não há o que discutir sobre esse assunto. Será que todos os astrônomos, uma das classes mais estudiosas do meio científico, que creem somente na razão e nos cálculos, estão sendo enganados por quarenta anos?

Por que nem mesmo a União Soviética conseguiu provar algo contra?

Será que todas as pessoas que difundem a conspiração são formadas em astronomia, física, etc.?

Vou deixar alguns links muito interessantes sobre o assunto, pesquisem:

http://www.projetoockham.org/historia_lua_1.html

http://www.clavius.org/

http://www.physics.ucsd.edu/~tmurphy/apollo/lrrr.html

http://science.nasa.gov/headlines/y2001/ast23feb_2.htm